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LiveU Storytelling Digital NAB Show 2019

LiveU apresenta tecnologia para impulsionar o storytelling digital na NAB Show 2019

Descubra os novos avanços da tecnologia HEVC e o uso da Inteligência Artificial para a distribuição de Notícias

A LiveU impulsiona a revolução do vídeo ao vivo com novidades no seu portfólio de encoders de campo HEVC baseados em hardware e serviços de gerenciamento de vídeo IP ao vivo. No NAB Show 2019, feira de tecnologia, entretenimento e novas mídias a ser realizada de 8 a 11 de abril em Las Vegas (EUA), a empresa apresentará as tecnologias que ajudam as estações de notícias, os produtores de conteúdo e as organizações esportivas a contar as histórias digitais mais interessantes desde qualquer lugar, de forma rentável e com a mais alta qualidade possível.

“Nossa solução LU600 HEVC já é o padrão da indústria. Ela oferece qualidade de vídeo impecável para cobertura de esportes e notícias ao vivo nas condições mais desafiadoras”, afirma Avi Cohen, COO e co-fundador da LiveU. “Com a adição do nosso novo encoder de campo LU300 HEVC, encoders HEVC montados em rack e a solução HEVC 4K-SDI, nossos clientes podem implementar o HEVC em uma escala maior, obter mais eficiência no campo e competir melhor no mercado. ”

HEVC e Esportes Radicais

A LiveU está mudando a maneira de produzir esportes ao vivo. A empresa apresentará sua parceria com a Griiip, fabricante de carros de Fórmula G1, exibindo o carro de corrida de nível básico Fórmula G1 equipado com o LU300 da LiveU. Saiba como a tecnologia LiveU impulsionou a transmissão multi-câmera ao vivo de maior velocidade de todos os tempos, permitindo aos fãs selecionar entre as transmissões de toda a corrida ou do carro de um piloto individual.

LiveU Matrix e Inteligência Artificial

O LiveU Matrix é um serviço de gestão de conteúdo altamente eficiente que permite aos diretores de salas de redação fornecer acesso rápido e fácil, a centenas de afiliados, a feeds ao vivo das unidades LiveU em campo e outras fontes sem interrupção, recursos adicionais ou taxas caras. Confira uma demonstração ao vivo de um novo recurso de inteligência artificial que permitirá que os broadcasters procurem, identifiquem, classifiquem e roteiem objetos e pessoas.

Novidades no portfólio HEVC

A LiveU possui a solução de bonding cellular de vídeo HEVC mais robusta e dinâmica do mercado. A nova unidade de campo LU300 HEVC combina desempenho de vídeo de alta qualidade com extrema eficiência de largura de banda em um formato compacto. O cartão HEVC 4K-SDI para a solução LU600 facilita a transmissão 4Kp50/60 profissional para uma produção de alta qualidade, suportando aplicações VR e 360.

A LiveU no palco

O palco da LiveU contará com demonstrações diárias de produtos, conversas e shows com público ao vivo. Nossos convidados da Toyota, AT&T, B&H, Universidade de Harvard, Vimeo, The New York Giants, Women in Streaming Media, entre outros, falarão sobre os tópicos que moldam a indústria, incluindo: HEVC, AI, 5G, Streaming Online e Produção Remota. Acompanhe-nos e participe com suas perguntas ao vivo.

Outros lugares onde ver a LiveU no NAB Show

Vários parceiros da LiveU demonstrarão a tecnologia LiveU em seus estandes no NAB, incluindo: a B&H – The Studio (Central Hall: Booth #C10916), Broadcast Depot (Central Hall Booth: Booth #C1616), PTZOptics (Central Hall: Booth #C3326), Accelerated Media Technologies (AMT) (Área Outdoor Mobile Media: Booth #OE20023), Avid Technology (South Hall Upper: Booth #SU801), DVG (Central Hall: Booth #C860), e Network Innovations (Área Outdoor Mobile Media: Booth #OE12007).

Internet Via Satélite

O que é Internet via Satélite?

O que é Internet via Satélite e como funciona?

É uma tecnologia moderna que leva banda larga para uma região onde não chegam operadoras de internet com rede cabeada (Ex.: cabo de rede, fibra, radio, etc..); desde que esteja dentro da área de cobertura do satélite, é possível atender com banda larga satelital. A região onde o nível de sinal do satélite é delimitado é denominado Beam, é trecho que determina se uma região pode ou não ter acesso a banda larga por satélite através deste satélite.

Beam do Satélite Amazonas 3 Banda Ka. FONTE: satbeams.com

Como funciona?

Todos os conteúdos e informações acessadas na web através dos computadores que estão atrás do modem são transmitidos para o satélite via antena e um BUC que são instalados no local; o satélite por sua vez repassa todo o pacote de informações para estações remotas, as estações remotas são responsáveis por conectar à internet, fazer as requisições necessárias e devolve-las para fazer o caminho inverso, basicamente, uma conexão via cabo ou fibra ótica funciona da mesma maneira; o que muda da topologia convencional é o meio de transporte, de como as informações trafegarão até a chegada ao usuário.

Topologia de uma rede Satelital.

O que é Fator de Compartilhamento(FC)?

O fator de compartilhamento é o que facilita a aquisição dos serviços de banda larga satelital para todos, o custo do link full, ou seja, 100% da capacidade do link é inviável para a maioria das pessoas e empresas, por este motivo, os links são compartilhados na própria HUB com este compartilhamento, o link pode ser distribuído para todos todos os terminais possuem um fator onde o mesmo garante que o link não ficará a baixo de limiar estipulado como taxa mínima e também não ultrapasse a taxa máxima.

Qual a latência do serviço?

Latência é o atraso, o tempo em que um pacote de informações demora para chegar até o destino.

Qual é a latência da internet via satélite?

A latência pode variar de acordo com o nível de recepção e transmissão da antena no local de instalação; tomando por exemplo um dia sem nenhuma nuvem e o nível de sinal bom para excelente, na banda Ka temos uma latência média de 600ms já na banda Ku temos uma latência média de 800ms.

Como funciona a contratação?

Para a ativação em um local é necessário a instalação de equipamentos, o kit é composto de:

  • 1 antena tipo prato;
  • 1 BUC;
  • 1 modem.

O kit é enviado até o local da instalação, o mesmo ficará com o cliente em forma de comodato, para este processo de ativação é necessário uma adesão, a adesão cobrirá todas as despesas de ativação; normalmente a adesão é paga antes da ativação do serviço.

No momento da contratação do serviço, o cliente escolherá o plano que melhor atenda a demanda; esse plano em banda ka pode ser com consumo limitado ou ilimitado e no caso da banda ku todos os planos são ilimitados, o pagamento do plano é feito de forma antecipada e o primeiro pagamento é realizado cerca de cinco dias após a ativação do serviço.

STF desenvolvido para o setor de telecomunicações por empresa americana

Presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Laurita Vaz,  determinou processo de remessa ao Supremo Tribunal Federal (STF)  de um processo que impede a manutenção do contrato de compra e venda de empresas norte-americanas de cinema brasileiro. O dispositivo também serve à defesa nacional. A decisão da administração afastando a competência do STJ é do último dia 19/4.

A disputa opõe-se a um contrato de exploração da Banda Ka do Satélite Geoestacionário Brasileiro de Defesa e Comunicações Estratégicas SGDC-1 entre a Telebrás e a América Viasat – a duas empresas brasileiras: a Via Direta Telecomunicações por Satélite e Internet Ltda. e Rede de Rádio e Televisão Tiradentes Ltda, ambas sediadas em Manaus.

O contrato entre Telebrás e Viasat foi divulgado em 26 de fevereiro e prevê a presença de uma empresa com sede na Califórnia e serviços que garantam acesso à internet de banda larga de qualidade em todo o território nacional.

As empresas amazonenses “em uma escândala de frete grátis do patrimônio brasileiro aos americanos”. E, enfim, eles estavam em negociação adiantada com o Telebrás para usar 15% da banda com o objetivo de prestar serviços de banda larga, quando foram obtidos pelo contrato da estatal com um Viasat.

Antes de chegar ao STJ, o contrato entre a Telebrás e a Vianet foi suspenso pela 1.ª Vara da Seção Judiciária do Amazonas. A suspensão foi realizada pela 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

A União argumenta com a suspensão do contrato causa “grave problema na programação, monitoramento, construção e divulgação do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas – SGDC”.

Ainda, ainda, com a pesquisa e projetos de investimento custodiados em cerca de R $ 3 bilhões, o que hoje está em órbita com duas capacidades: uma militar, a chamada Banda X – ”cida no Ministério da Defesa pelo meio de contrato de cessão de direito de uso pelo prazo de 15 anos ”- e uma civil, uma Banda Ka, destinada à expansão comercial.

Regulamento da Constituição

For the minister Laurita Vaz, há uma regra da Constituição Federal, dirigida à União na ação, “que é baseada nos princípios da ordem econômica, da soberania nacional e de sua defesa, enunciativa ou status constitucional do presente pedido suspensivo”.

“No longer, a dumping of the present requerimento for the financial of materials infraconstitucionais, having affair of constitutional and infraconstitucional, […] occur an vis of the presence the presence the Supremo Tribunal Federal”, disse um presidente do STJ citando a jurisprudência do ex-ministro do tribunal Barros Monteiro.

De acordo com Vaz, um presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, também enxerga a questão da mesma forma. Como quando decidir na Reclamação 29.508 / DF, em fevereiro de 2018.

“Ainda que se considere uma causa de ordem como elemento definidor da competência para a análise da medida de contracepção, esta sempre será do Supremo Tribunal Federal quando houver direito material discutido como suporte constitucional, atraindo uma matéria legal subjacente a este órgão. judicial ”, concluiu, então, Cármen.

“Dessa forma, uma competência para julgar e apresentar a Presidência da Suprema Corte. Ressalto, inclusive, que é o Supremo Tribunal federal de suas competências recursais extraordinárias em diferentes controvérsias com os princípios da ordem econômica, da soberania nacional e da defesa ”, disse um presidente do STJ.

Com a decisão da ministra, os autos do caso foram encaminhados imediatamente ao STF. Na Suprema Corte, o pedido de suspensão foi autuado como SL 1.157 e será relatado por Cármen Lúcia.

Fonte: https://www.jota.info/justica/stf-exploracao-satelite-brasileiro-empresa-americana-24042018

Disputa judicial impedir satélite de levar internet a regiões remotas

Edição do dia 15/05/2018

15/05/2018 21h29  – Atualizado em  18/05/2018 20h46

Empresa amazonense diz que foi preterida no processo de chamamento público; Telebrás é dica americana para operar 70% do satélite.

Uma disputa judicial suspendeu o uso de um satélite para um programa que deveria levar a internet às áreas mais isoladas do Brasil. O SGDC foi em parte ao custo total de quase R $ 2,8 bilhões. É uma parceria entre o Ministério da Defesa e a Telebrás.

As Forças Armadas ficam à 30% da capacidade de encaixar as suas configurações militares, como por exemplo nas fronteiras. Uma empresa americana Viasat foi escolhida pela  Telebrás  para obter o direito de 70%, que é um provedor para a banda larga de dados do governo federal e o programa Internet para Todos, que visa a adesão às regiões isoladas do país.

A Telebrás teve a previsão de instalar as mil barragens até o final de 2018 e 15 mil até março de 2019. Mas o programa está parado por causa de uma disputa judicial. No fim de março, uma empresa da Direta Telecomunicações conseguiu uma justiça para suspender o acordo entre a Telebrás e a Viasat: alega que a escolha da empresa americana foi irregular.

A Telebrás manteve por oito meses um processo de alerta em busca de negócios sem serviço. Empresa empresa se apresentou. A Telebrás, então, passou a ser uma proposta individual, privada, no começo de 2018. Escolheu um Viasat, que não existe em nenhum outro país.

A empresa amazonense Via Direta Telecommunications, que foi preterida pelo processo de iniciar por uma série de ações para fazer parte da capacidade do satélite. A Telebrás afirma que a Via Direta não foi proposta para participar do negócio.

No pedido à justiça, a Via Direta também foi editada sobre a sobriedade do Brasil, já que uma empresa fez uma operação de um período de tempo também nas Forças Armadas brasileiras.

O Ministério da Defesa é uma empresa nacional que está em risco e defende o programa. A Advocacia Geral da União é uma referência à Justiça do Amazonas. O caso está nas mãos do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia.

A Procuradoria-Geral da República se manifestou para manter o contrato suspenso. O presidente da Telebrás alega que se trata de uma disputa comercial e afirma que a causa responsável é de R $ 800 mil ao país.

“Desde quando foi suspenso o nosso processo de entrega e ativação, nós já perdemos R $ 25 milhões. O projeto já foi assinado uma parceria com mais de 500 mil prefeituras e os nossos pares foram levados a banda larga para mais de 50 mil povoados que têm, pelo menos, 50 casas. Tem povoados com cinco mil que não têm nada de banda larga ”, disse o presidente da Telebrás, Jarbas Valente.

Correção
Ao noticiar uma disputa judicial que suspendeu o uso de espaços de defesa e de comunicação, lançado em 2017, o JN informou que era o primeiro a ser integralmente integrado pelo Brasil. Mas o Brasil é A1, lançado em 1985 pela sua estatal Embratel, foi o primeiro sob controle total nacional. O texto foi atualizado.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/05/disputa-judicial-impede-satelite-de-levar-internet-regioes-remotas.html

Combinação de Fibra Óptica e Satélite amplia oportunidades para Provedores de Internet

Estratégia garante suporte à redundância de Internet para as empresas, incluindo aquelas estabelecidas em áreas remotas, rurais, mineração, canteiros de obras, rodovias, Oil & Gas, prefeituras e órgão públicos

A InternetSAT, operadora e integradora de soluções de Telecomunicações, está selecionando Provedores de Internet (ISPs) e Operadoras de Telecomunicações (OTRs) regionais interessados em firmar acordo de parceria para a oferta conjunta de acesso à Internet combinando entre fibra óptica e satélite. O objetivo é permitir que as empresas de Internet possam complementar o seu portfólio de serviços e atender à demanda local de conectividade em banda larga e alta disponibilidade, além de poder oferecer alternativa de redundância de Internet para clientes empresariais.

Segundo George Bem, CEO da internetSAT, a iniciativa da operadora faz parte da sua estratégia de expansão para todo o território nacional e de proporcionar para os ISPs e OTRs um serviço de elevado valor, agregado contribuindo para que ampliem seus negócios também em áreas onde a fibra óptica pode ser complementada pela tecnologia de banda larga que opera na banda KA (K-above band), utilizada na comunicação em sondas espaciais e na comunicação da Estação Espacial Internacional com a Terra.

“Para os provedores que ainda estão em fase de cabeamento óptico, o satélite se apresenta como alternativa viável para que possam atender à demanda imediata de seus clientes empresariais com baixo investimento. Sabemos que o cabeamento demanda fortes investimentos financeiros por parte dos ISPs e ORTs, o que pode provocar atrasos em sua capacidade de expansão em sua região. No caso do acesso via satélite, a instalação é rápida e com todo o apoio de engenheiros e técnicos focados no projeto”, comenta o executivo. “Já temos em negociação com alguns ISPs de várias cidades brasileiras e a nossa expectativa é formar uma ampla rede de parceiros para garantir a alta disponibilidade de acesso para as empresas dos mais diversos campos da economia”, destaca.

O acordo com os ISPs e OTRs envolve a oferta de Internet via Satélite com acesso ilimitado sem franquia, com estabilidade, e que pode ser integrada com uma ampla gama de serviços para atender às necessidades de vários setores, tais como as indústrias, agronegócio, varejo, serviços, entretenimento, Oil & Gás, mineração, centros de logística e distribuição, rodovias, rede hoteleira, turismo, eventos, hospitais, canteiros de obras, governos e demais atividades empresariais.

Os ISPs e OTRs interessados podem se candidatar em www.cadastro.internetsat.com.br

Fonte: http://www.segs.com.br/info-ti/114309-combinacao-de-fibra-optica-e-satelite-amplia-oportunidades-para-provedores-de-internet
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